Bom dia, Azurras - nº 5.777
TOMBO EM TOMBOS
Não foi por
falta de aviso que o resultado de ontem à noite aconteceu, e por mais que
alguns venham “perfumar” ou enaltecer a reação na segunda etapa, o panorama
poderia ter sido bem diferente se ao menos uma equipe mesclada entre o Sub-20 e
reservas, estivesse em campo desde o primeiro minuto.
Aliás, no
primeiro minuto, o goleiro Joaquim mostrou mais uma vez que está na carreira
errada, entregando um gol onde cometeu o mesmo erro da Copa Santa Catarina,
contra o Marcílio Dias, 5 a 1 em plena Ressacada...
O segundo gol
veio de uma burrice extrema de um zagueiro, que tenta proteger a bola saindo
pela linha de fundo e não percebe a chegada de um atacante, que cruza para que
Felipinho, ex-Avaí, ampliasse para 2 a 0, isso aos 35 minutos iniciais.
Com o Gavião-Carcará
melhor, chegar aos 3 a 0 foi fácil, em tabelinha no meio da zaga avaiana e
outro gol de Felipinho...
Para o segundo
tempo, o técnico Ramon Lima voltou com a mesma equipe, e obviamente o panorama
não mudou.
Fez alterações
na equipe apenas aos 12 min., duas, mais uma aos 28, e outras duas aos 39 minutos
complementares.
Assim, o Avaí
diminuiu o prejuízo aos 41 min., com Kauã Santos, e aos 44, com Vinicius.
Tombo normal,
previsível, em Tombos, não pelo adversário, mas pela opção da direção do clube
e sua comissão técnica.
O TIME
Até o técnico
era “reserva”, e no lugar de Cauan de Almeida, foi o recém contratado Ramon
Lima, que colocou em campo o que imagino ser a melhor equipe, mas...
O Avaí começou
a partida com:
Joaquim;
Kauã Fernandes, João Madia, Kauã
Reis e Alemão;
Vinícius Gugel, Jamerson e Tedesco;
Kevin, Camillato e Kauã Santos.
OPÇÕES E ALTERNATIVAS
No ano passado, lembro, em uma
competição Sub-20, o JEC veio para a Ressacada com os 11 titulares e mais 3
reservas, e acreditem, virou pra cima do Avaí, vencendo a partida por 4 a 3.
Ontem, o técnico Ramon Lima tinha seis
opções no banco de reservas, sim, isso mesmo, só seis...
Numa visão distorcida do que via na
primeira etapa, o treinador avaiano voltou para o segundo tempo com a mesma
formação, só alterando o time após os 12 minutos da etapa complementar.
Vejamos:
- 12 minutos: entraram Kauã Felipe Márcio
Vitor nos lugares de Tedesco e Camillato, respectivamente;
- 28 minutos: entrou Juninho no
lugar de Gugel;
- 39 minutos: entraram Vinicius e
Diego nos lugares de Alemão e João Madia, respectivamente.
MENINO JOGA CONTRA MENINO
Creio que
o raciocínio sobre o jogo de ontem, colocado nesse espaço pelo amigo Leonardo
Vargas, ganhou consistência com a derrota de ontem, que apenas os dirigentes e
comissão técnica do Avaí não conseguiram enxergar.
Miguel
Livramento, o folclórico e saudoso narrador e comentarista, em sua irreverência
comentava: “Time de menino joga contra time de menino...”
E eu
pergunto: quantas vitórias tem o Sub-20 do Avaí no Brasileirão? Nenhuma!
Isso mesmo.
Perdeu para o Santos na Ressacada, 1 a 0, derrota para o Botafogo no Rio de
Janeiro, 2 a 1, e empate de 0 a 0 com o Red Bull Bragantino, na Ressacada...
PERGUNTAS
SEM RESPOSTAS
Quantos jogadores
existem no elenco do Avaí?
Quantos
goleiros do profissional estão prontos para jogar, sem contar com Léo Aragão?
Se Allyson
e Baldini são os zagueiros titulares, qual a razão para não aproveitar Gabriel
Simples, Jefferson Maciel, Guilherme Aquino, Nicolás Cabral e João Maistro?
Wesley Gasolina,
lateral recém chegado, não poderia pegar ritmo de jogo com essa partida?
Paulo
Vitor e Hyan, meias na reserva, não poderiam dar qualidade ao time de ontem?
Pedro
Cuiabá, volante que perdeu a titularidade, não poderia pegar ritmo de jogo com
a partida de ontem?
AVAÍ X
CIANORTE
Domingo,
dia 29, às 18h15min, mais um jogo na nossa bela Ressacada, agora pela Copa
Sul-Sudeste, em sua segunda rodada, quando teremos a partida Avaí x Cianorte,
duas equipes que perderam na primeira rodada.
Hoje, no
decorrer do dia, reproduzo a matéria sobre o serviço de jogo, mas os valores
são esses, na arte acima.
Saudações
AvAiAnAs!





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Se é para tentar dar destaque a algum jogador do sub 20 a estratégia não está funcionando, jogar por jogar a competição e só levar paulada, queima os jogadores e o clube.
Se for pra entrar numa competição e desvalorizar a mesma, fica em casa.
Está valendo uma vaga na Copa do Brasil.
Na ressacada tá cheio de novatos e reservas que perderam espaço.
Se não for para utiliza-los, deixem só os 11 que jogam.
À logística é ruim….claro, comparado aos dias de sol que tem feito na ilha eu também acho que ficar aqui é melhor.
Falta o gestor do futebol botar a pica na mesa e dizer que é importante.
Os médicos devem ser capicitados para dizerem quem pode ou não jogar
E o Felipinho deitou e rolou pra cima do seu ex clube.
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