Bom dia, Azurras - nº 5.820
QUANDO A MÁSCARA CAI...
Na vida, e isso acontece
cotidianamente, passamos por uma autêntica representação, cada qual sendo
protagonista em seu papel, que no decorrer da caminhada, ou da encenação, nos
colocará como meros coadjuvantes ou efetivamente como protagonistas.
Por óbvio, até pelas opções
tomadas, e no melhor estilo “cada um em seu quadrado”, ninguém perderá o brilho
próprio no que resolva fazer, e aqui, logicamente, em questões meramente
pessoais...
Nas encanações diárias,
notadamente quando estamos em funções públicas, aquilo que era pessoal passa a
ter uma outra configuração, um outro tipo de cobrança, e até por isso, os
“líderes” surgem ao natural.
E tal liderança acaba
fazendo com que muitos outros venham a apoiar as ideias, as atitudes, os
objetivos a serem conquistados, em consonância com as atitudes, situações e
circunstâncias desse eventual líder, e sendo até mais analítico, várias outras
variantes.
Mas quando ocorre uma
frustração num determinado período? E se essa frustração volta a ocorrer
no período seguinte? E mais que isso, se durante esse período, as
atitudes contrariam o discurso?
Pois é...
Estamos
assistindo uma peça de enredo repetido, quando esperávamos algo inovador, que
transformasse a nossa paixão pra toda vida. A máscara caiu, e o que se vê são
apenas a troca de algumas palavras, ocas, vazias, sem qualquer consistência...
A MÁSCARA E O TEMPO
Não há como ser diferente,
cada um tem suas características, seu jeito, manias, uns mais teimosos, outros
mais acessíveis, alguns truculentos, enquanto alguns diplomatas, mas a verdade
é que, ao longo do tempo, as verdadeiras características de cada um vão sendo
reveladas paulatinamente...
E tais revelações de cada um
vão somando entre virtudes e defeitos, e nesse reconhecimento, acabamos
identificando cada um em seu lugar dentro de uma estrutura mais ampla, o que
por vezes cabe verdadeiros ajustes para que se possa seguir adiante, numa espécie
de “máscara”, que obviamente esconde aquilo que não se quer revelar...
Mas fica o questionamento,
quando a máscara cai? Quando o discurso inicial fica absolutamente
contrário com as atitudes atuais?
Não sei...
Mas ao que tudo indica, e
independentemente de apontar o dedo para “A” ou “B”, creio que aquele discurso
da atual gestão perdeu sua máscara e estão repetindo um filme de outrora...
Lamentável!
CENA REPETIDA
Acredite se quiser, mas os
últimos episódios, notadamente o que vem sendo divulgado pela mídia esportiva
em relação aos bastidores do Sul da Ilha, mostra com clareza solar o que vem
sendo apontado nesse espaço nos últimos tempo.
E o “gado” age como se “novidades”
estivessem surgindo, quando verdadeiramente apenas estão colocando em prática
aquilo que todos já sabem...
Exatamente um ano atrás,
nosso amigo ilhéu e avaiano, Carlos Crippa, radicado em São Paulo, mas sempre
com voos rasantes pela Ilha, cantou a pedra sobre o “rombo” no cofre do clube,
projeção que ele divulgou pelo Twitter, para conhecimento de todos...
Como ele mesmo disse, “divergindo
apenas nos centavos”...
Mas o que foi feito para que
isso não ocorresse? O que foi feito para impedir? A resposta é simples: NADA!
A ordem era deixar sangrar
ao máximo para uma solução ainda mais simples, que vem sendo divulgada pela
mídia boca alugada...
AVAÍ CAMPEÃO
“Acho que precisamos do
título. Porque Chapecoense ou Novorizontino podem desistir da vaga do estadual
garantindo, no caso do Novorizontino, mais uma vaga para a federação Paulista
para a Copa do Brasil. E a Chapecoense poderia levar o Camboriú.
Até porque caso o Novorizontino
não suba e a Chapecoense caia, a vaga do estadual garante a entrada na 2ª fase
da Copa do Brasil, enquanto que a vaga da Copa Sul-Sudeste, bem como dos outros
campeões regionais, entram na 3ª fase, ou seja, com uma cota maior e menos
desgaste na competição.
Só vamos levar essa vaga da
Copa do Brasil sendo campeões...”
Nem havia terminado meu café
da manhã de ontem e já tinha recebido o parecer do amigo e advogado, ex-conselheiro
do Leão, Newton Ferraz D’Ely, contestando o que eu havia escrito na “Bom dia,
Azurras” de ontem, bem como o que ele havia ouvido na transmissão da partida contra
o Sampaio Corrêa pelas ondas do rádio.
Ele tem razão. Para variar
um pouco, a vaga do Avaí terá que ser conquistada dentro do campo, jogando, se
é que me entendem...
ADMINISTRANDO
Profundo conhecedor do
futebol do Nordeste, o Fortaleza não usou sua força máxima para garantir sua
vaga na semifinal da Copa do Nordeste, na partida de ontem à noite, em Aracaju,
vencendo o Confiança por 2 a 1, sem sustos.
Confesso aos amigos, acompanhei
apenas o primeiro tempo, vitória do Leão do Pici por 2 a 0, fora o baile...
Era visível que o time sergipano
não conseguiria mudar o placar, ainda que tivesse descontado, de pênalti, no
apagar das luzes...
No confronto de Leões domingo
na Ressacada, certamente a disputa será muito mais complicada para ambos, principalmente
se tirarmos por parâmetro as vitórias contra Sampaio e Confiança...
RESSACADA EM FESTA
E por falar em confronto de
Leão, Avaí x Fortaleza, não há a menor dúvida de que domingo teremos uma grande
festa na nossa bela Ressacada, afinal de contas, estar no estádio levando a
mamãe por si só já é um grande espetáculo.
O Avaí já divulgou o serviço
de jogo, que divulgamos ontem, e a promoção para os associados levarem a mamãe
de graça é um verdadeiro gol de placa!
Além disso, os sócios do Avaí que anteciparam a anuidade de
2026 também poderão trazer um convidado, sem pagar mais nada por isso, como já
vem acontecendo nos jogos anteriores.
Bora pra Ressacada!
Saudações AvAiAnAS!






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Mães entram de graça?
Quantas serão?
Más os poucos pcds, terão que pagar meia entrada pois o clube está quebrado.
Haja incoerência.
Continuo não indo na ressacada, pois me recuso pagar meia entrada para meu filho autista, enquanto outros entram de graça.
Não foram os poucos pcds quê frequentam a ressacada, quê quebraram o clube, más sim esses amadores.
Sinceramente, começo da semana, estava combinando, juntamente com a patroa de levar o pequeno pro jogo. Após as notícias dessa semana, nem eu to com vontade de ir e ser mais um dos 3 mil e poucos dessa vez. Não quero, mesmo que super minimamente, saber que fui a um jogo, onde fez parte do atestado de incompetência de anos horríveis de diretores incompetentes. O futuro mandatário, pelo o que li, nas entrelinhas, quer o clube para ganhar dinheiro com sua base, e é isso. Concretizado, triste destino para o clube, nossa tradição e nosso amor que aprendemos desde pequeno a gostar. E o pior de tudo, nenhum dos responsáveis por esse destino sendo legalmente responsabilizados por isso.
Pois é, se a base é viável, e sempre foi em qualquer clube profissional, por quê terceirizar esse produto?
Prá que entregar nossa paixão para forasteiros oportunista ganharem dinheiro sem terem o compromisso com a equipe principal e com o torcedor?
Têm TRETA aí🤔
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