Bom dia, Azurras - nº 4.504
SEM JOGAR, SEM COMENTÁRIOS
Em condições normais de temperatura e pressão, o
Avaí sofreria para vencer o São Paulo na casa do adversário, o belo estádio
Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi. Ocorre que ninguém poderia imaginar o
teatro de horrores que os comandados do técnico Lisca iriam proporcionar,
repetindo a pior atuação e o placar da equipe Eduardo Barroca, contra o Red
Bull Bragantino.
Foi uma partida bisonha. Diferente do jogo de
Bragança Paulista, onde o Avaí suportou o primeiro tempo com a dupla de zaga Arthur
Chaves e Rafael Vaz, o time só passou a levar gols quando da saída do nosso
zagueiro “europeu”. Ontem, desde que a bola rolou, até os 16 minutos iniciais,
diria que o Avaí estava bem postado em campo, marcando, tocando a bola, apesar
da dificuldade em chegar no ataque. Mas a partir dali, quando Bruno Silva
resolveu ser Bruno Silva, levando um cartão amarelo em lance de falta marcada
para o Avaí, o time se desestabilizou.
E desde então, só o São Paulo jogou, e bem, sem dar
chance ou espaço para o time do Avaí, que fez uma partida horrorosa, com o
placar ficando barato por tudo o que ocorreu na partida.
Logo em seguida, as 24 minutos, em cobrança de
escanteio, gol de Diego abrindo o placar, ainda que tenha havido falta de
Calleri em Thiago Oleques no lance. Bola aérea na defesa do Avaí é sinal de
pânico, perigo constante!
Com a confusão criada por Bruno Silva no início do
jogo, o árbitro carioca Bruno Arleu de Araújo deu mais 5 minutos de acréscimos
no primeiro tempo, e com facilidade o São Paulo fez mais dois gols, fechando a
etapa inicial em 3 a 0.
O segundo tempo foi mais um show de horrores, com o
Tricolor paulista podendo ampliar facilmente o placar diante de um Leão sem
inspiração ou condições de reagir. Já nos acréscimos da etapa final, em lance
que contou com desvio da bola, o quarto gol do São Paulo, fechando a lamentável
atuação avaiana.
Não há o que se escrever sobre o Avaí, que
simplesmente não aconteceu, não jogou. O placar de 4 a 0 construído a partir
dos 24 minutos do primeiro tempo, foi pouco. Vitória incontestável.
Foto: SPFC
FOI POUCO
Quando falo que o 4 a 0 foi pouco, não estou
brincando. Sem assistir os melhores momentos da partida, esse poderia ter sido
o placar da primeira etapa, com folga...
E o Avaí só não foi para o vestiário no intervalo
amargando a derrota ainda pior, se é que pode ter coisa pior que 3 a 0 em 45
minutos, em função de que o São Paulo não “pisou no acelerador”...
Por oportuno, dos três gols na primeira etapa, dois
ocorreram em cobrança de escanteios...
INCOMPETÊNCIA
Apesar da bisonha apresentação do Leão da Ilha, que
mais parecia um felino de pequeno porte, não há no meu entendimento como
destacar qualquer jogador do Avaí.
Pior que isso. Alguns jogadores estão jogando
apenas no nome, sem um desempenho que pudesse justificar suas escalações, ou o
prestígio que gozam junto à mídia e torcida.
E antes que alguém insinue qualquer coisa, os
salários estão em dia. O time não está jogando simplesmente pela incompetência
do elenco.
Pode até existir algum problema, ou problemas
internos, mas não é salário.
MUDANÇA
Muitas
críticas ocorreram em relação ao técnico Eduardo Barroca, principalmente nas
partidas em que o Avaí jogava fora de casa, e até diria que tais críticas
tinham sua razão de ser.
A
vinda de Lisca, se no primeiro jogo com vitória em casa mostrou uma oxigenação
no que poderia acontecer dali pra frente, a atuação da equipe ontem no Morumbi
deixou todos atônitos.
Onde está a “mudança” no time? Os mesmos erros, a mesma falta de vontade fora de casa, marcação frouxa, lembrando aquele time horroroso de 2019, que não deixou saudades...
ESCALAÇÃO
Na
“Bom dia, Azurras” de ontem, chamei atenção para o fato do Avaí ter levado 24
jogadores para São Paulo, ao menos era o que aparecia entre os relacionados.
A
escalação da equipe acabou sendo aquela que se esperava, exceto pela ausência
de Cortez, contundido. Talvez o experiente lateral tenha feito muita falta, mas
diante do quadro apresentado, não sei se faria diferença...
Ontem, Lisca escalou exatamente o time que se imaginava, sabedor dos desfalques que teria, mas com todo o respeito, creio que o problema de ontem em São Paulo não foi na escalação, mas no desempenho de quem tanto se espera e que não mostraram nada para merecer todo esse crédito da torcida.
DOIS
TIMES
Creio
que fica muito fácil para alguns apontar os erros na partida de ontem, e ainda
mais fácil depois de acachapantes 4 a 0. Creio que o maior problema, o
maior questionamento que deveria ser feito para a diretoria, e consequentemente
para a comissão técnica, qual a razão de uma mudança de postura tão brusca do
time que atua dentro da Ressacada e o outro, que joga fora de casa...
A
mudança é grande demais, são equipes absolutamente distintas, diferenciadas, e
com todo o respeito, isso não é normal. E ontem, por exemplo, o Avaí estava sob
um novo comando, mas exatamente com a mesma postura ineficaz, sempre se
deixando dominar, sem esboçar qualquer tipo de reação.
CARÊNCIAS
O fato de fazer críticas não significa que deixo de
ser avaiano, de não ser torcedor de verdade ou algo do gênero, porque estou
questionando, ou que não estou acreditando. Ainda que alguns débeis mentais não
entendam, não escrevo para agradar quem quer que seja, muito menos a diretoria,
e assim devo seguir.
É fato que o Avaí tem um time limitado, quer nos
onze que entram em campo, quer pelas opções dadas ao técnico Lisca, que também
se mostrou “limitado” ao não fechar a equipe depois daquele tsunami do primeiro
tempo...
As carências da equipe estão escancaradas, e o que
Lisca precisa fazer é corrigi-las, e se resta um consolo, nada se decidiu em
São Paulo e ainda teremos mais 10 rodadas para arrumar a rota, apesar do
caminho ainda mais complicado.
Mãos à obra!
METAMORFOSE
O
técnico Lisca insinuou na entrevista coletiva que o Avaí acabou prejudicado por
ter seu jogo antecipado. Balela. Semana passada não havia reclamado disso, sem
contar que estreou num sábado e só voltou à campo uma semana depois...
Agora
terá mais uma semana para treinar e enfrentar o Atlético Goianiense, que joga
na quarta-feira, em São Paulo, contra o Corinthians.
Se
tiveram esse tempo para treinar, qual a razão para que o time ontem não tivesse
aquela “garra” demonstrada em outras partidas, como no jogo contra o Atlético
Mineiro? E não foi só a questão da falta de garra, mas pelo fato de dar a
impressão de “andar em campo”...
ZONA
DE REBAIXAMENTO
Antes
mesmo do fim da 28ª rodada do Brasileirão, que termina na quarta-feira, é
preciso entender que a situação do Avaí, hoje na 17ª colocação, pode ficar
ainda pior, perdendo posição para o Cuiabá e vendo o Coritiba se distanciar.
Vamos
aguardar os resultados, mas pelo andar da carruagem, outra vez parece que o
Avaí precisará de duas rodadas perfeitas para deixar a “zona de rebaixamento”...
PARABÉNS, SUB 15
A
equipe do Avaí Sub 15 conquistou o título de campeão Catarinense da categoria
em 2022, ao perder para a Chapecoense, 2 a 1, na Ressacada. Vale lembrar, em
Chapecó os Leõezinhos haviam vencido por 2 a 0.
Diferente
do que li em alguns grupos de WhatsApp, apesar de ter gostado da conquista do
título, é sempre bom ser campeão, creio que o verdadeiro objetivo é fazer com
que bons valores surjam das categorias de base e que possam ser aproveitados
num futuro próximo. Estar na final é apenas um detalhe.
Parabéns,
Leõezninhos!
SENTIRAM
"Brada
tanto na Internet que é o time da elite, que é o time da elite, mas dentro de
campo não se comporta como tal", segundo o gente boa Filipe da Costeira,
do podcast “Isto é Avaí”, foram as palavras da gauchinha do Morro da Cruz...
Como
completou o Costeira, deve ser reflexo da raivinha acumulada porque no sábado o
“estagiário” do Sul da Ilha tirou onda com o time que vai para seu terceiro ano
consecutivo na Série C...
Esses
amigos do Júlio Heerdt nem disfarçam suas preferências!
MACHO
“A 200 metros do
Scarpelli, praça do Canto, algum corajoso da vizinhança explodiu uma bateria de
foguetes no fim da partida festejando nosso insucesso. Claro que foi um
desrespeito e muita sorte pois se nossas organizadas tivessem conhecimento com
certeza ele engoliria os foguetes.”
O comentário acima é de um paulistano, corintiano, que agora,
por morar no Estreito, torce pelo “doladelá”...
É o tipo da figura que adora tirar sarro da cara dos avaianos,
mas não aguenta o rojão...
Não sabe brincar, não desce pro play, tanso!













Eu me pergunto uma coisa, os caras treinam a semana inteira pra apresentar esse futebol medíocre de ontem, se fosse assim tinha mantido o barroca no comando, pensei que veria algo de novo, mas vi tudo velho!!
Dois passeios!
Primeiro do São Paulo que dez um treino de luxo sobre nosso apático time. Segundo, da vergonhosa postura da equipe avaiana, repleta de jogadores experientes que parecem juvenis.
Bruno Silva para quem não lembra foi expulso diante do Brasil de Pelotas pela Série B, deixando a equipe em apuros. Ontem deveria ter sido expulso, mas o juiz aliviou. Vira e mexe, apronta, e ninguém faz nada!
Aliás, Marquinhos, que vivem mudando de cargo para se encaixar na estrutura do clube, ainda não justificou sua presença. Não é ele o responsável pelo diálogo com os atletas?
Se o salário está em dia, se está tudo bem , qual a justificativa para tanta passividade???
M10 é um capítulo à parte.
Enquanto estiver na Ressacada é sinal de que as coisas continuam as mesmas. Mudaram as carinhas mas, quem manda são os mesmos!
Permanência prejudicada por atitudes como a do seu Bruno.
Contra o galo mineiro no turno, levamos o gol do Huck,por que potker,fazendo teatro e não jogando futebol,estava fora de campo,punido com a espera pela autorização do árbitro pra voltar pro jogo,e seria útil na marcação em cima do goleador do galo.
Ontem,o encrenqueiro que mais atrapalha do que ajuda, Bruno, proporcionou os 5 minutos de acréscimo que por castigo,o time que paga ele em dia,levou 2 gols,e era pra ter sido expulso.
Árbitro e var foram omissos.
Então não adianta,trocar técnico, secar adversário, cobrar boas arbitragens,fazer cálculos matemáticos,se atitudes irresponsáveis e não cobradas com seriedade, vão colocando por terra todo o sonho de uma torcida em passar seu centenário na elite do futebol e receber os milhões da cota tão importantes para a direção ter uma gestão de sucesso também.
Lisca não treinou a semana inteira atitudes de anti futebol com seu Bruno.
Abre os olhos presidente Júlio, vão te fritar.
Lembrando,o encerramento pode ser vexatório no Maracanã.
O jogo serviu pra confirmar que o elenco é limitadissimo (tem muito jogador velho) e os que vieram são fraquíssimos.
Poderiam aproveitar e propor ao Guerrero uma rescisão amigável. Olha, tentamos, mas não tem a menor condição. Um abraço, boa aposentadoria!
E mais... temos que cobrar da diretoria essa contratação midiática do guerrero... fiasco em campo, gozação fora dele...
Quando digo que só mudaram as carinhas....
Gols são feitos com jogadas de intensidade na área do adversário como fez o são Paulo ontem.
E nossos atacantes fizeram o que?
Não sou viúva do guerreiro,mas o que bissoli nosso as artilheiro fez ontem? quantas jogadas fizeram pra ele?
Quando guerreiro entrou, teria que reverter um placar elástico.
Temos que parar de transferir culpas para quem não tem.
Se guerreiro recebesse boas oportunidades de gols,e não aproveitasse, aí poderia ser cobrado.
Potker,fez o que ontem, três vezes vi deixar a bola passar e ficar olhando o passe perdido.
Minha opinião.
Perfeito!
André, as coisas mudarão também quando jogadores como o Bruno não tiver lugar no time titular. Quando se insiste com jogador que não rende, quando joga emocionalmente desiquilibrado e só arruma cartão, aparece a insatisfação dos demais.
O time é limitado, e mesmo assim tem condições de evitar o rebaixamento.
Boa tarde.
Já que tocaram no assunto: 40 minutos e Bruno Silva exausto e apoiando as mãos no joelho, na entrada da área. Volta do intervalo, Bruno Silva em campo. Assim não vai dar. Se era pra ser isso, bastava deixar o Claudnei.
Caros, dois bons Profissionais deveriam ter sido contratados pela Direção do Clube,não foram e o Avaí hoje não estaria amargando esta crítica situação.Primeiramente,um Centro Avante Finalizador.Em segundo lugar,um Psicólogo.Teríamos gols e mentes sãs.
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